10:00 – Entrada da Escola, recepção ao Poeta e convidados, pela Orquestra da MDS
Dois momentos musicais:
“Meu coração não tem cor” (de Lucia Moniz), Letra de José Fanha e Música de Pedro Osório.
“O Pandeirinho” (Original a ofertar ao Poeta), Letra de José Fanha e Música do nosso Professor Admar Ferreira.
10:15 – Apresentação do Painel de Azulejo de Identificação da Biblioteca, realizado pelos alunos do CEF Pintura e Cerâmica (Prof. Lígia Duvergé)
10:20 – Discursos Convidados
10:30 – Entrega dos Prémios do Concurso de Quadras - Azulejo
Vencedores: NUNO LOPES E JOÃO PEDRO TEODOSO 6ºC
10:35 – Leitura de Poemas:
5ºD – Alicia Ramos “ Tudo isto é José Fanha”
Ana Soares “Poema dos primeiros passos”
Mariana Pernes “Dói-me o peito”
Discurso JOSÉ FANHA
10:40 – Momento Musical pela Orquestra MDS:
“Fado Português”
“Gaivota”
10:50 – Porto de Honra.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
REGISTO 8000 DA NOSSA BIBLIOTECA...
... uma oferta dos alunos do 9ºAC1 e 9ºAC2 à nossa Biblioteca, resultante da visita de estudo que efectuaram à Casa de Saúde do Telhal em 6 de Maio de 2010. Obrigado à Profª Manuela Barreto e às Turmas.
A Direcção do Centro de Recursos.
A Direcção do Centro de Recursos.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL
Abriu, terça - feira dia 11 de Maio de 2010, em Paris. É da UNESCO.
Aprendendo a navegar podemos ampliar fotos, ler comentários e manuscritos raros...
Não deixem de visitar...
www.wdl.org/pt/
(Sugestão do Amigo e Professor José Machado da Costa)
Com a colaboração dos nossos AMIGOS da Escola Secundária Daniel Faria Baltar, do Clube de Contadores de Histórias...
BOA IDEIA MÃE
Ele era muito distraído. Um cabeça-no-ar. Péssimo para fazer recados. Mas, mesmo assim, a mãe dele insistia:
Ó Pedro, vai ali, se fazes favor, à mercearia do senhor Cosme e traz-me dois quilos de batatas.
O Pedro ia e voltava a correr com uma batata na mão.
Então as outras? - perguntava a mãe.
Já vou buscar, mãe - dizia o Pedro.
Nova corrida e nova batata. Trazia-as uma a uma...
Ó filho, que trabalheira! Metia-las todas num saco e trazias, de uma só vez.
Boa ideia, mãe. Para a próxima já sei.
O recado seguinte tinha a ver com o porco, que tinha ficado em observação no veterinário, por causa de umas vacinas, e que a mãe não tivera ainda tempo de ir buscar. Mandou o filho.
Quando o rapaz regressou sem o bicho, a mãe admirou-se.
Fui metê-lo num saco e ele não quis - explicou o Pedro.
Ó filho, trazia-lo para casa com um cordelinho amarrado pelo pé e tocáva-lo para diante com uma varinha.
Boa ideia, mãe. Para a próxima já sei.
Pouco depois, a mãe mandou-o à feira para comprar um cântaro. Quando o Pedro chegou a casa trazia só a asa do cântaro, presa a um cordel. E ele, muito contente:
Fiz como a mãe disse.
O que valia ao Pedro cabeça-no-ar é que a mãe tinha muita paciência. Ai dele se não tivesse!
António Torrado
http://www.historiadodia.pt/
Ele era muito distraído. Um cabeça-no-ar. Péssimo para fazer recados. Mas, mesmo assim, a mãe dele insistia:
Ó Pedro, vai ali, se fazes favor, à mercearia do senhor Cosme e traz-me dois quilos de batatas.
O Pedro ia e voltava a correr com uma batata na mão.
Então as outras? - perguntava a mãe.
Já vou buscar, mãe - dizia o Pedro.
Nova corrida e nova batata. Trazia-as uma a uma...
Ó filho, que trabalheira! Metia-las todas num saco e trazias, de uma só vez.
Boa ideia, mãe. Para a próxima já sei.
O recado seguinte tinha a ver com o porco, que tinha ficado em observação no veterinário, por causa de umas vacinas, e que a mãe não tivera ainda tempo de ir buscar. Mandou o filho.
Quando o rapaz regressou sem o bicho, a mãe admirou-se.
Fui metê-lo num saco e ele não quis - explicou o Pedro.
Ó filho, trazia-lo para casa com um cordelinho amarrado pelo pé e tocáva-lo para diante com uma varinha.
Boa ideia, mãe. Para a próxima já sei.
Pouco depois, a mãe mandou-o à feira para comprar um cântaro. Quando o Pedro chegou a casa trazia só a asa do cântaro, presa a um cordel. E ele, muito contente:
Fiz como a mãe disse.
O que valia ao Pedro cabeça-no-ar é que a mãe tinha muita paciência. Ai dele se não tivesse!
António Torrado
http://www.historiadodia.pt/
segunda-feira, 10 de maio de 2010
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